SINTELPOL SE REÚNE COM DGP

A diretoria em pauta               

Na manhã deste dia 26 de outubro, a diretoria do SINTELPOL, com a presidente Rosely Dionizio Guido Vallim e a vice-tesoureira, Elisabete Arruda Marucci Scaranello, esteve  reunida com o Delegado Geral de Polícia Youssef Abou Chahin, ocasião em que lhe foi entregue um ofício-relatório contendo reivindicações em prol da classe representada e que estão ao alcance daquela autoridade para análise e atendimento.

De forma muito simpática, as sindicalistas foram recebidas com muita atenção pelo chefe da Polícia Civil, o qual se prontificou a inteirar-se de forma minuciosa do conteúdo das onze páginas do documento e atender em tudo o que estiver ao seu alcance.

Para demonstrar a boa vontade em colaborar com o Sindicato, o Delegado Geral deu imediato encaminhamento a uma das solicitações feitas pela Entidade Classista e que envolvia um evidente desvio de função de uma sindicalizada lotada no Interior, a qual há cinco anos vem tentando por todos os meios exercer as funções para as quais prestou o concurso público, sem sucesso, em virtude das autoridades locais sempre alegarem amparo no conteúdo da Portaria DGP-30/2012.

sintelpol-reuniao-dgp-outubro2017-foto02As demais reivindicações que ficaram para análise do Delegado Geral e resposta ao Sindicato se referem a própria Portaria DGP-30/2012, a qual a diretoria requereu maior aprimoramento, com vistas a enfatizar a excepcionalidade da execução do rol mínimo de atividades a serem realizadas por todos os policiais, evitando, assim, que chefias de delegacias e departamentos da Capital e Interior deixem de utilizar referida portaria como regra do trabalho policial, quando a intenção de sua criação foi para atender situações de absoluta exceção emergencial.

No mesmo tópico, foi solicitado ainda alteração da Portaria DGP-58/2011 que disciplina a edição de atos administrativos relativos a remoção de policiais civis, com o pedido para inserção da remoção para outra localidade por motivo de saúde do próprio policial, seu cônjuge ou companheiro ou ainda dependentes que vivam sob suas expensas, mediante comprovação médica.

As diretoras solicitaram, ainda, apoio da Delegacia Geral de Polícia para a realização de palestras destinadas aos chefes e diretores de departamentos e unidades policiais de todo o Estado com vistas a incentivar uma melhor forma de tratamento do superior hierárquico em relação ao subordinado, sempre com vistas a valorização e tratamento humanitário do policial.

Durante todo o tempo em que durou a reunião, a presidente Rosely Guido Vallim ainda pode expor as suas preocupações com o futuro da Polícia Civil Paulista, enfatizando ao Delegado Geral a necessidade de integrar, em definitivo, as atribuições do Agente de Telecomunicações Policial na era da inteligência e da ciência, com o avanço nas implementações de Tecnologia da Informação e Comunicação, especialmente naqueles locais de estratégica importância para o bom desempenho do trabalho policial, como o CEPOL e a Delegacia Eletrônica, onde deve haver especial cuidado com a segurança das informações que aqueles setores dispõem e que muitas vezes podem ser ameaçadas e comprometidas com a terceirização do trabalho que jamais poderia ser executado por pessoas estranhas aos quadros policiais.  

As diretoras do SINTELPOL demonstraram grande otimismo com a reação do Chefe da Polícia diante dos apelos apresentados, pois conforme enfatizou a presidente Rosely Guido, “ só desejamos o melhor para a nossa Instituição, assim como para a classe que representamos e atualmente, com o avanço cada vez mais acelerado da tecnologia, os sistemas para a gestão da informação e garantia da segurança dessa informação são de fundamental importância e onde o Agente de Telecomunicações tem papel fundamental, especialmente se estiver em sintonia com essa acelerada evolução”, concluiu a presidente do SINTELPOL, para quem compartilhar e distribuir conhecimento das tecnologias existentes é um aspecto estratégico para organizações policiais modernas, diante do atual ambiente social, com uma criminalidade cada vez mais profissional e organizada.

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