Menopausa: mudança de hábitos melhora a qualidade de vida da mulher

O climatério e a menopausa não são tabus. Eles representam um estágio na vida de toda mulher. Hoje, há diversos tipos de tratamento para melhorar a qualidade de vida de quem está vivendo esses períodos”, esclarece a professora doutora Ângela Maggio da Fonseca, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Uma boa notícia para mulheres acima dos 40 anos, como Jane Ferraz, de 51 anos. A funcionária pública aposentada sofre com os fogachos. “Passo até vergonha com as ondas de calor, ando sempre com roupas mais frescas e carrego um leque, que praticamente virou minha marca registrada”, brinca. A menopausa é a data em que a última menstruação ocorrerá na vida da mulher. O climatério é a fase da vida entre a transição do período fértil para o não reprodutivo, por causa da diminuição dos hormônios sexuais produzidos pelos ovários, em especial o estrogênio. Normalmente, a menopausa se dá entre os 48 e 55 anos de idade. O climatério, por outro lado, é uma fase mais ampla e vai dos 40 aos 60 anos, aproximadamente. 

Ângela explica que os principais efeitos do climatério são reflexos da diminuição ou falta desses hormônios sexuais femininos. Os sintomas mais comuns são ondas de calor (os chamados fogachos), sudorese noturna, insônia, menor desejo sexual, alteração do humor (labilidade), irritabilidade, depressão, ressecamento vaginal com dor na relação sexual, irregularidade menstrual, até a parada total da menstruação. Pode haver ainda diminuição da atenção e da memória

Veja a notícia na íntegra. 

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