EM BRASÍLIA SINTELPOL DEBATE IMPORTANTES TEMAS PARA A CATEGORIA QUE REPRESENTA

O nosso Sintelpol marcou sua atuante participação  no 24º Congresso Nacional realizado pela Confederação dos Servidores Públicos do Brasil – CSPB – no período de 29 de novembro  1º de dezembro, em Brasília –DF, ocasião em que a partir do tema central  – Do Brasil que temos ao Brasil que queremos – foram formadas comissões para debater quatro temas mais específicos conforme segue:

01 – Do Estado Social e Democrático de Direito;

02 – A Negociação Coletiva no Setor Público;

03 – O Direito de Greve no Setor Público;

04 – Convenção 151: Da Organização Sindical e do Custeio da Estrutura.

A presidente do Sintelpol, Rosely Dionízio Guido Vallim, integrou a comissão – Do Estado Social e Democrático de Direito – e apresentou uma importante proposta destinada diretamente ao servidor público policial, a qual foi aprovada e fará parte do Plano de Ação quinquenal da CSPB, conforme explicou a representante dos Agentes de Telecomunicações da Polícia Civil do Estado de São Paulo:

– “ A proposta que apresentamos parte do princípio que o Estado é muito injusto em todas as suas instâncias, especialmente quando se refere ao servidor público e muito mais ainda quando se trata do servidor policial. Diante dessa realidade incontestável, solicitamos o apoio dessa importante Confederação, patrocinadora desteEM-BRASÍLIA-SINTELPOL-DEBATE-IMPORTANTES-TEMAS-PARA-A-CATEGORIA-QUE-REPRESENTA02 evento, no sentido de oferecer o suporte necessário aos seus Sindicatos filiados, apoiando projetos e demais programas apresentados por eles, os quais visam a dar assistência psicológica e psiquiátrica aos seus representados, e que no caso da classe que representamos, esse benefício seria destinado aos Policiais Civis do Estado de São Paulo, atualmente considerados um dos seguimentos de servidores públicos mais diretamente atingidos na sua saúde mental em virtude do natural estresse do trabalho, mas sobretudo pelo total abandono a que são relegados pelo Estado”,  concluiu a presidente do Sintelpol, para quem a qualidade da vida laboral do indivíduo deve ser considerada com a devida relevância na avaliação final do trabalho oferecido pela Instituição como um todo,  inclusive pelas próprias entidades sindicais, as quais não devem se comportar de forma omissa diante dos problemas físicos-psicológicos apresentados pelos seus representados. 

 

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